Sair do interior de Goiás para viver em Curitiba é aprender a conviver com o tempo que muda três vezes ao dia e com a saudade do calor da terra. Quando a gente sai de onde cresceu, leva na bagagem os sotaques, as manias e o costume de cumprimentar quem passa na calçada com um sincero “Oi, baum?”.
Nesta crônica, compartilho reflexões sobre pertencimento, adaptação e a beleza de construir um novo lar sem nunca esquecer de onde os passos começaram.

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